segunda-feira, 2 de julho de 2012

Android supera Siri em teste


Assistente de voz desenvolvido pelo Google para Jelly Bean obteve melhor desempenho que a concorrente da Apple em teste de perguntas e respostas.


Android na Google IO 2012: atualização do sistema operacional foi anunciada durante a abertura da conferência anual do Google.

Em uma semana inundada por lançamentos do Google, a novíssima atualização do seu sistema operacional, Android 4.1 Jelly Bean, já vazou na web. Os mais ansiosos estão, inclusive, testando e comparando o seu desempenho ao iOS 6, da Apple.
Um dos testes, realizado pelos americanos do Techno Buffalo, comparou o desempenho do assistente de voz integrado ao Google Now, nova ferramenta de buscas desenvolvida pela empresa para o Jelly Bean, com a Siri, do iPhone 4S.
Para comparar, foram realizadas algumas perguntas como, por exemplo, sobre o tempo local, e solicitações simples. E a conclusão é que o recurso do Google está muito bem preparado para enfrentar Siri, que recebeu críticas até mesmo de Steve Wozniak.
Ao pedir para os assistentes que exibissem fotografias de buldogues franceses, Siri voltou dizendo que poderia buscar na internet se desejado. Já o Google Nexus foi pelo caminho mais simples e já exibiu as imagens dos cães. Outro destaque para o serviço do Android é que a voz que transmite as informações tem entonação menos robótica que a concorrente.


Brasileiros na internet


Uma pesquisa realizada pelo IAB Brasil comprova o que muita gente já imagina: a internet é o meio de comunicação mais importante para o brasileiro, superando a TV, o rádio e o jornal.
Segundo a pesquisa, um em cada três brasileiros usa a internet, em média, duas horas por dia, e navega em sites usando pelo menos quatro aparelhos diferentes. Computador, smartphones, tablets… O que não falta é opção!
Hoje, o IBOPE divulgou outro estudo que aponta que a internet brasileira já é composta por mais de 50 milhões de usuários, 11% a mais em relação ao ano passado. Um crescimento significativo.
A enquete que publicamos no Facebook na semana passada só confirmou essa preferência. Perguntamos como a galera Vivo costuma se informar: a maioria (90%) apontou a internet como a principal forma de ficar por dentro do que está rolando no Brasil e no mundo.
Definitivamente, estamos cada vez mais conectados. E amamos fazer parte desta revolução! 


Facebook pode adicionar botão "Quero"


Desenvolvedor encontrou indícios de que os testes da nova funcionalidade da rede social já começaram.


 O Facebook pode adicionar o botão "Quero" na rede social. Um desenvolvedor encontrou indícios de que os testes da nova funcionalidade já começaram.
 Segundo o site Inside Facebook, Tom Waddington, desenvolvedor do Cut Out + Keep, encontrou traços de que o Facebook adicionou esse novo botão no kit de programação fornecido pela rede social aos seus desenvolvedores. Assim, empresas e profissionais podem criar programas que funcionem na plataforma do Facebook.
 Para Waddington, o botão “Quero” funcionará com os objetos marcados como produtos. Além disso, o site do desenvolvedor traz uma simulação do uso do botão "Quero".
 No blog de Waddington o novo botão aparece com texto em azul escuro contra um fundo em azul claro, assim como o botão "Curtir". A diferença é que o botão "Curtir" tem a imagem de um polegar para cima, enquanto o "Quero" contém um sinal de positivo.
 Vale lembrar que o botão “Curtir” permite que a rede social colete informações sobre os gostos de seus usuários. Por sua vez, o “Quero” pode ser um indicativo de que o Facebook deseja descobrir quais os desejos das pessoas que estão na rede. Portanto, se for instalado, o novo botão reunirá ainda mais informações sobre as intenções de compra de milhões de usuários.
 Segundo o Mashable, quando o Facebook foi questionado sobre o novo botão, a rede social disse que sempre testa novas funções, mas ainda não tem nada novo para anunciar.

"Tablet Nexus 7 serve como modelo para indústria", diz brasileiro chefe do Android

 O mineiro Hugo Barra, 35, foi um dos astros do principal evento do ano do Google, na semana passada, ao tomar o palco para lançar o primeiro tablet da gigante de buscas, o Nexus 7, e uma central de mídia, o Nexus Q.

 Na empresa desde 2008, o diretor de produtos para Android afirmou que o tablet é um "modelo para a indústria e não algo para vender 100 milhões" de unidades.



Em entrevista exclusiva à Folha, Barra falou da importância do Brasil e da mentalidade de trabalho numa das firmas mais poderosas do mundo, além de propagandear o tablet Nexus 7. "Cabe em qualquer lugar", disse, numa sutil indireta ao concorrente iPad, colocando o aparelho no bolso de trás do jeans. "Estou sem cinto e a calça não caiu."

Leia a seguir os principais trechos da conversa com o executivo.

MERCADO DE HARDWARE

 Não descreveria isto [Nexus 7 e Nexus Q] como uma entrada no mercado de hardware. O tablet é uma parceria com uma fabricante de hardware, a Asus. Não é uma mudança estratégica.

 Para ser bem claro, o objetivo desse modelo é mostrar a direção para a indústria. Não é vender 100 milhões de aparelhos. É dizer que a gente acha que um tablet de sete polegadas, com processador de núcleo quádruplo e tela HD, é uma excelente ideia.

 Agora, a HTC, a Samsung, a Motorola e a LG podem pegar este modelo e melhorar, especializar.

RIVAIS DO NEXUS 7

 É uma oportunidade não capturada no mercado. Claro, existem produtos parecidos, mas não um que seja pequeno, leve, portátil e extremamente poderoso. Este é o primeiro.

 O público alvo é extremamente amplo por causa do preço. Para ler livro na cama, é fantástico. Você deita de lado e o negócio não cai na sua cara, não é grande demais.

TENDÊNCIAS DO BRASIL

 Nossos serviços estão crescendo absurdamente no Brasil. O processo de inclusão digital é uma coisa sem igual porque o mercado é muito grande, e a velocidade [de expansão] é extrema. O Brasil cresceu em número de Androids quase seis vezes nos últimos 12 meses.

 O brasileiro está comprando smartphone sem pensar duas vezes. O cara que talvez tenha internet discada em casa ou que talvez vá ao cibercafé agora tem internet no bolso, 24 horas por dia.

 É a tendência mais importante para o Google do que acontece no Brasil. E a adoção de todos os nossos produtos está subindo rapidamente devido ao fenômeno Android.

BRASILEIROS NO VALE DO SILÍCIO

 Tem pouco brasileiro no Google. Em geral, os brasileiros que trabalham em companhias como o Google ou que estudaram nos EUA têm uma característica de serem globais por natureza, são descolados, não são bitolados em nenhum aspecto social, cultural ou religioso.

 A gente se relaciona muito melhor com o resto do mundo do que praticamente qualquer outra nacionalidade.

TRADUTOR DE VOZ SIMULTÂNEO

 É um problema muito complicado porque é um processo de duas pernas: fazer a transcrição do que foi falado e converter este texto para outro idioma. São processos que têm um grau de erro que varia de 5% a 25%. E quando você junta esses dois graus de erro, pode ser significativo.

 Então estamos criando uma abordagem diferente, muito mais sofisticada computacionalmente, e é isso que está levando tempo. Já fiz uma previsão que não deu certo [2001], não vou fazer outra [risos]. Mas é um problema muito importante no qual estamos trabalhando.

TRABALHAR NO GOOGLE

 É muito diferente. O Google recruta pessoas com perfil empreendedor. Não no sentido do cara que quer fazer uma empresa própria, e sim gente que é pau para toda obra. Pessoas com uma capacidade e interesse intelectual para um grande número de coisas.

 Todo mundo faz um pouco de tudo, dá opinião em tudo. Isto pode às vezes ser um pouco caótico, mas no final das contas é muito bom.

MOTOROLA

 A Motorola não é diferente para nós de nenhuma das outras parceiras. Claro que existe uma relação de... nós somos acionistas deles, mas a companhia opera de forma completamente separada, é outro escritório. O meu crachá não funciona lá, o deles não funciona no Google.

 É uma relação arquitetada especificamente para manter uma distância bem rigorosa. Nós não trabalhamos mais próximos deles hoje do que trabalhávamos quando eles eram uma companhia completamente independente. Os nossos planos com a Motorola não são diferentes dos nossos planos com a Samsung, Asus, HTC, LG. Mesma coisa.

ANDROID X OS

 Tem muita gente fazendo aplicativo primeiro para Android [antes de fazer para iOS, sistema móvel da Apple], é uma tendência que está, sim, se concretizando. Tenho vários, vários exemplos, como a Spacetime Studios que fez sua versão nova do jogo Pocket Legends para tablet primeiro no Android. Nem saiu em iOS ainda. Os números são muito claros, são mais de 400 milhões de Androids.

FIM DO GOOGLE MAPS NA APPLE

 É uma decisão perfeitamente compreensível, é o negócio deles. Como a gente encarou? A gente continua investindo onde achamos que a nossa inovação vai chegar aos usuários, que é nos mapas do Android.

 Sem nenhuma sombra de dúvida, é o melhor aplicativo de mapas do mundo. É um esforço absolutamente gigantesco, vai levar muito tempo para qualquer outro nesse segmento conseguir fazer.

CRIANDO A APRESENTAÇÃO

 É bem caótico, não é uma coisa mega organizada porque não é da nossa cultura planejar com seis meses de antecedência. Não. A gente faz da forma que a gente está acostumado a trabalhar no Google, que é muito mais... como diria... muito mais relaxada e espontânea. Muito mais do que eu acho que as pessoas imaginam.

 O grande desafio dessas apresentações no Google, e acho em geral nas empresas de tecnologia, é que as personalidades dos engenheiros que criam os produtos geralmente não são personalidades de palco. O grande desafio é pegar esses caras e transformá-los, nem que por cinco minutos, em estrelas de palco.

 A gente criou o "keynote" [apresentação principal] em duas semanas. Todo o mundo que trabalhou na apresentação trabalha nos produtos, com exceção de um cara que a gente pegou para escrever, um roteirista que é um cara do nosso grupo de RP, que é muito bom. A gente escreve tudo junto e ele empacota.

 É super divertido, a gente pega uma sala de conferência no escritório, às cinco da tarde a gente começa a trabalhar, vai até meia-noite. No dia seguinte, volta, trabalha durante o dia, depois senta para falar sobre a apresentação. Depois escreve, apresenta, traz alguém que não conhece o produto, pergunta o que acha, vê o que funciona, vai afinando.


Transforme o celular em controle remoto para o computador


 Se você tem um celular com o sistema operacional Android, pode transformá-lo num controle remoto para o computador.

Instalando o aplicativo Unified Remote, você pode fazer do telefone um dispositivo com funções especializadas para qualquer tipo de manipulação do micro. Ele requer apenas o uso de uma rede Wi-Fi.

1 Acesse o site unifiedremote.com. Depois, baixe e instale o programa no computador. Uma das versões, a Portable (.ZIP), disponível para o computador, não exige processo de instalação. Basta descompactar e executar o programa.

2 Clique na opção "Free" para baixar o aplicativo gratuitamente para o seu celular. O programa vai exibir um código de barras que você pode escanear pelo aparelho para baixar o arquivo. Você também pode fazer outro caminho: acessar a loja de aplicativos Play pelo smartphone, procurar o programa e fazer o download dele.

3 Abra o programa no computador. Em seguida, execute o aplicativo que você instalou no seu celular.

4 No ícone "Servers" do aplicativo do celular você pode selecionar o programa que foi executado no micro. Em seguida, clique no ícone "Remote" e escolha as funções que deseja usar.

Instagram volta ao ar depois de falha causada por falta de energia elétrica em data center

 O Instagram volta a funcionar aos poucos depois de uma tempestade atingir o data center nos Estados Unidos onde a rede hospeda dados dos perfis dos seus mais de 50 milhões de usuários. O local ficou sem energia elétrica. Além da rede social de fotos, outros serviços como Pinterest e Netflix também foram prejudicados pela falha nos servidores de dados, fornecidos pela Amazon.

 Devido a "tempestades elétricas severas" que atingiram o serviço de hospedagem de seus dados, que causaram queda da energia elétrica no local, o Instagram saiu do ar por volta de 23h (horário de Brasília) da última sexta (29).
 Com a falta de energia no data center, usuários do Instagram não conseguiam atualizar o feed de fotos, publicar fotos ou checar mensagens."Nenhum dado foi perdido e estamos trabalhando a noite inteira para restaurar o serviço", avisou a rede social de fotos em uma mensagem no seu perfil do Twitter (veja abaixo, em inglês)

Usuários reclamaram no Twitter da falha do Instagram, veja mensagens:

“Desculpe-nos pela inatividade. A Amazon (nosso host) está passando por alguns problemas. Esperamos que isso seja resolvido em breve”, postou a conta de suporte do Foursquare, em inglês, no Twitter, na sexta (29).