sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Gadgets bons de bateria


Enquanto algum cientista não inventar uma minúscula célula energética limpa e barata de plutônio que dure pela eternidade, nossos amados gadgets estarão reféns de suas baterias de íon-lítio, com pouca duração, carregadores e das tomadas.

Atire o primeiro smartphone quem nunca perdeu uma conversa importante, ou mesmo algum trabalho por uma queda de energia por ter esquecido o carregador ou por estar sem nenhum plug por perto.



Razr Maxx - Nota 8,6

A linha Razr da Motorola, lançada em 2004, representa um marco na telefonia celular pelo design superfino, inovador para a época. Oito anos depois, a Motorola relançou a Razr, adaptada para a tecnologia atual, com um smartphone top de linha. Com o Razr Maxx, a empresa tem mais um acerto ao detonar um grande inimigo dos donos de smartphones: a bateria.

Com 3.300 mAh (os concorrentes têm 2.100 mAh), o aparelho atingiu incríveis 17 horas e 47 minutos de duração em chamada, com Bluetooth e Wi-Fi ativados. Outro teste foi feito usando vários recursos para simular uma situação de uso cotidiano e envolveu reprodução de filmes, navegação na internet e uso do GPS. A bateria aguentou menos, mas, ainda assim, mais que outros smartphones: 10 horas e 17 minutos. Esse é o diferencial do Razr Maxx: permitir sair de casa cedo e voltar à noite com ainda algumas horas de bateria, sem precisar economizar no uso.



Galaxy Beam - Nota 8,2

O Galaxy Beam chega ao mercado brasileiro com uma missão bem definida: substituir um pico projetor e exibir apresentações de slides, fotos e até vídeos sem grandes problemas. O aparelho é o segundo da Samsung a trazer um projetor embutido. O primeiro deles, com um design nada funcional ou mesmo atraente, nunca foi lançado oficialmente no país. Por 1.699 reais, além de gerar uma tela de até 42 polegadas com certo conforto, o Beam é também um bom smartphone intermediário.

Equipado com Android 2.3 (Gingerbread) e a tradicional interface TouchWiz, esse aparelho impressionou o INFOlab com uma duração de bateria de 15 horas e 21 minutos fazendo uma ligação, com Wi-Fi e Bluetooth ativados. Com reprodução de vídeo, a bateria do Beam resistiu por mais de três horas, um tempo mais que suficiente para fazer uma apresentação, ou mostrar todas as fotos de uma viagem.


PocketCell - Nota 8

A bateria externa PocketCell da Innergie tem o visual simples: todo branco, com acabamento brilhante e arredondado e estilo minimalista. Em uma das laterais, há uma faixa cinza. Nela, ficam as conexões (uma em cada ponta da bateria) e o único botão, além dos LEDs azuis que indicam o nível da bateria do gadget (na parte central).

A entrada para carregar a PocketCell é uma USB comum - ela pode ser carregada diretamente do computador, por exemplo. Já para carregar gadgets, a porta é uma microUSB. No entanto, a bateria externa vem com um cabo adaptador que tem um conector de 30 pinos, uma minoUSB e uma microUSB. Dessa forma, dá para carregar a maioria dos gadgets e smartphones, inclusive os da Apple. 


mCube Pro - Nota 8,5

Quem trabalha longe do escritório ou não desgruda dos gadgets nem em viagem de férias não é obrigado a levar na bolsa os carregadores de todos eles. Além de substituir a fonte de energia original de notebooks de mais de 15 marcas, a mCube Pro oferece porta USB para dar carga na bateria de smartphones, tablets e fones Bluetooth. O produto vem com dez tipos de conectores destacáveis e serve para laptops com alimentação de 15 a 21 volts. Nos testes do INFOlab, a mCube Pro funcionou com os seis notebooks experimentados e gadgets com alimentação de 5 volts pela USB. O único inconveniente foi o aquecimento excessivo do acessório. O plugue para tomadas de 110 volts e 220 volts é do antigo padrão brasileiro de dois pinos. Porém, por ter a base sextavada, pode ser encaixado sem problemas nas novas tomadas de três pinos. Apesar de o visual da fonte remeter aos produtos da Apple, a mCube Pro não é compatível com os MacBooks.











quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Firefox OS vai invadir território do Android e do iPhone


Andreas Gal, diretor de pesquisa da Mozilla, a organização que criou o Firefox, dá detalhes sobre o sistema que deve estrear em 2013 nos smartphones.


Há lugar para mais um sistema operacional de smartphone no mercado? A Mozilla, organização que criou o browser Firefox, acha que sim. Desde o ano passado, ela desenvolve o que já foi apelidado de Firefox OS, um sistema para dispositivos móveis que deve estrear em 2013. E o Brasil pode ser um dos primeiros países a recebê-lo.
 
Com o nome oficial de Boot to Gecko (B2G), o projeto tenta recuperar o idealismo que norteou o desenvolvimento do navegador Firefox. Para Andreas Gal, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Mozilla, o Firefox foi importante para evitar que padrões fechados, exclusivos de determinadas empresas, dominassem a web. 

 O plano é que o Firefox OS tenha um papel similar no mundo dos smartphones. Além disso, ele pode permitir a fabricação de smartphones mais baratos e ajudar a popularizar esses aparelhos. Gal esteve, nesta quarta-feira, no evento The Next Web Latin America, em São Paulo, onde falou a EXAME.com. 
“O projeto é viável sim. Não vamos construir um ecossistema do zero. Como usamos tecnologias da web, esse ecossistema já está pronto”, diz. Ecossistema, no caso, é o conjunto de desenvolveres de aplicativos, fabricantes de aparelhos e operadoras de telefonia que trabalham com determinado sistema móvel. Android, iOS, Windows Phone e BlackBerry têm, cada um, o seu. 

 O que incomoda a turma do Firefox é que, no mundo dos smartphones e tablets, os padrões abertos da web deram lugar a silos estanques. “iOS, Android e Windows Phone são universos fechados, cada um com sua plataforma, loja de aplicativos e outros recursos próprios”, diz Gal.
E os apps específicos de cada sistema estão tomando o lugar do conteúdo aberto da web. “No instante em que o usuário compra um aplicativo como o Angry Birds ele se torna comprometido com uma plataforma específica”, diz. “A mesma coisa acontece com o desenvolvedor que cria um aplicativo para algum smartphone”.
 
O plano da Mozilla é ter um sistema operacional que vai rodar apps da web, feitos na linguagem HTML5. “Eles podem até ser otimizados para o Firefox OS, mas vão rodar também em outros browsers”, diz. Até agora, duas empresas – TCL e ZTE, ambas chinesas – divulgaram que pretendem produzir smartphones com o Firefox OS. Há também operadoras que planejam vendê-los, incluindo o grupo Telefônica. "Sem esses parceiros, não teríamos chance", diz Gal.

 O usuário do Firefox OS terá acesso a múltiplas lojas de aplicativos e vai poder até baixá-los diretamente do site do desenvolvedor. “Isso vai evitar que alguém exerça um domínio como o da Apple, que decide quais aplicativos podem rodar no iPhone e fica com grande porcentagem do valor pago pelo usuário”, diz Gal. “E teremos também uma loja da Mozilla, com aplicativos revisados e aprovados por nós”, completa.
O plano da Mozilla e de seus parceiros é colocar o Firefox OS em smartphones básicos. Eles terão preço próximo ao dos chamados “feature phones”, os celulares que têm acesso à internet mas não se qualificam como smartphones. “Há um enorme mercado para smartphones básicos no Brasil e em outros países. Nossa meta não é competir com o iPhone e nem com os modelos avançados com Android. Vamos trabalhar numa faixa de preço mais baixa”, diz Gal.
Firefox
O Firefox já foi o segundo browser mais usado nos PCs, mas caiu para o terceiro lugar com a ascensão do Chrome, do Google. Em julho, sua participação no mercado foi de 24% segundo o site StatCounter, contra 31% em julho de 2010. A queda veio acompanhada de reclamações sobre lentidão e atualizações frequentes demais. 
“As atualizações eram, certamente, um problema. Mas nós já melhoramos isso. Agora, elas acontecem em segundo plano, sem incomodar o usuário. Não temos 100% de controle sobre as extensões, que não são produzidas por nós. Mas, se uma delas torna o browser instável, nós a colocamos numa lista negra”, diz Gal.
O Firefox OS tomou o lugar do browser como foco principal da Mozilla. Ainda assim, Gal diz que o navegador para PCs vai continuar recebendo melhoramentos, principalmente em velocidade e segurança. “Vamos continuar competindo com o Chrome, o Internet Explorer e os outros browsers. Mas a competição, agora, não é para impor padrões. É para ver quem faz a melhor implementação desses padrões”, afirma ele.

iPhone 5 deve chegar às lojas no dia 21 de setembro


Bloqueio de férias dos funcionários da operadora de telefonia americana Verizon alimenta data oficial de lançamento do smartphone da Apple.



 O iPhone 5, nova geração do smartphone da Apple, deve começar a ser comercializado nos Estados Unidos no dia 21 de setembro, segundo informa o blog especializado em tecnologia Techcrunch.
 De acordo com o blog, funcionários da operadora de telefonia americana Verizon foram proibidos de tirar férias entre os dias 21 e 30 de setembro, fato que alimenta ainda mais a data oficial de comercialização do produto. A venda pode acontecer nove dias após o anúncio oficial do aparelho – prática comum da gigante de tecnologia com o lançamento de seus produtos. A atual versão do iPhone, o 4S, foi anunciado no dia 4 de outubro, dez dias antes do início oficial das vendas nos Estados Unidos.
 Estima-se que o evento da Apple aconteça no próximo dia 12 de setembro. Durante o anúncio, a companhia pode mostrar também um modelo menor de seu tablet, criado para competir com rivais como o Kindle Fire, da Amazon e o Nexus 7, do Google.

Fonte: Teleco







quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Receita Líquida no 2T12

Nota: Receita da América Móvil sem eliminação de receitas comuns.

Já no Grupo América Móvil ocorre o contrário: 39,8% da receita veio da Claro e 60,2% vem da Embratel/Net. O Brasil representa um caso atípico no perfil da receita do Grupo América Móvil, onde 61% da receita é móvel, inclusive no México.
 A Vivo é a líder em market share de celular no Brasil (29,6%) e tem investido para aumentar a sua receita de dados que representou 27,2% da sua receita de serviços no 2T12.
 A Claro é a terceira colocada em market share e, após uma fase de baixo crescimento, voltou a crescer mais fortemente no pré-pago neste trimeste. Continua, no entanto apresentando baixo crescimento no pós-pago, segmento em que a Vivo é líder. O ARPU da Claro (R$ 16,0) é o menor entre as operadoras de celular.
 Ambas operadoras tem sentido o impacto da competitividade do mercado brasileiro e apresentaram um alto churn no 2T12: 3,8% e 3,9% respectivamente.
 4G pode ser uma oportunidade para a Claro virar o jogo no Brasil, recuperando a segunda colocação em market share que perdeu para a TIM em 2011 e passando a ameaçar a liderança da Vivo. Vivo e Claro foram as operadoras que mais investiram no leilão de frequências de 2,5 GHz promovido pela Anatel.
 A Vivo atende com 3G a uma quantidade muito maior de municípios (2.831) que a Claro (929). A Claro lidera, no entanto, em quantidade de acessos de banda larga móvel com 19,0 milhões contra 17,5 da Vivo
 No fixo, a Embratel/Net é a líder em TV por Assinatura com um market share de 53,8% e é a segunda colocada em market share de banda larga fixa, atrás apenas da Oi. Dificilmente será superada pela Telefônica/Vivo neste segmento por ter uma atuação mais concentrada no estado de São Paulo.

quinta-feira, 19 de julho de 2012



 Na área da capital de São Paulo (área 11), as disputas estão acirradas: Vivo e Tim pela primeira colocação e Claro e Oi pela terceira. 


A competição nas áreas locais com mais de 1,5 cel por habitante






Em maio de 2012, seis das 67 áreas locais do celular no Brasil possuíam uma densidade superior a 150 cel/100 hab.